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Como funciona a migração
O primeiro passo para migrar para o Mercado Livre de Energia é analisar as faturas e o consumo da empresa. Com essas informações, é possível comparar os custos atuais com as condições oferecidas no mercado e verificar se a mudança vale a pena.
Após essa avaliação, a empresa recebe uma proposta comercial. Com a contratação aprovada, são iniciados os procedimentos contratuais e regulatórios para efetivar a migração. O acompanhamento de cada etapa ajuda a evitar falhas no processo e a cumprir os prazos necessários.
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Quem pode migrar
Empresas conectadas em média ou alta tensão, enquadradas no Grupo A, podem migrar para o Mercado Livre de Energia, independentemente da demanda contratada. Isso inclui indústrias, redes de supermercados, hospitais, hotéis, centros comerciais e outros negócios com consumo significativo de eletricidade.
Antes de tomar a decisão, é importante avaliar as faturas, as condições atuais de fornecimento e as oportunidades de contratação. Essa análise permite estimar o potencial de economia e verificar se a migração faz sentido para a empresa.
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O que muda (e o que não muda)
A principal mudança está na contratação da energia. No Mercado Livre, a empresa pode negociar preços, prazos e volumes de acordo com seu perfil de consumo, em vez de depender exclusivamente das condições de compra do mercado cativo.
A distribuidora local continua responsável pela rede elétrica, pela manutenção da infraestrutura e pela entrega da energia. A instalação elétrica e a rotina da empresa permanecem as mesmas. A diferença está na forma de contratar e administrar os custos relacionados ao consumo de energia.